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	<title>Arquivos Odontopediatria - Blog Descobrindo Crianças</title>
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	<description>Descomplicando a Infância</description>
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	<title>Arquivos Odontopediatria - Blog Descobrindo Crianças</title>
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	<item>
		<title>A IMPORTÂNCIA DOS PAIS NA CONSULTA DA ODONTOPEDIATRIA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Eloisa [Cirurgiã-dentista]]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jan 2024 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Consulta Odontopediatra]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Descobrindo Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Descomplicando a Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Pais e Filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A importância dos pais durante a consulta da odontopediatria Na ... <a title="A IMPORTÂNCIA DOS PAIS NA CONSULTA DA ODONTOPEDIATRIA" class="read-more" href="https://blog.descobrindocriancas.com.br/2024/01/27/pais-durante-a-consulta-odontologica/">Ler +</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A importância dos pais durante a consulta da odontopediatria</p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; background: white; margin: 18.75pt 0cm .0001pt 0cm;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Na consulta odontológica no adulto, o cirurgião-dentista interage e se relaciona unicamente com seu paciente. </span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; background: white; margin: 18.75pt 0cm .0001pt 0cm;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Porém, nos atendimentos infantis, existem outros personagens que também entram em cena: mãe, pai, avós, irmãos. Ou seja, dentro do contexto da odontopediatria, o dentista também se relaciona  com a família dos seus pacientes. </span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; background: white; margin: 18.75pt 0cm .0001pt 0cm;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">E essa relação adquire extrema importância, seja durante o atendimento em si, mas também, e não menos necessária, em casa.</span></p>
<p>Hoje, falaremos sobre a importância da família durante as consultas odontológicas.</p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">         Em primeiro lugar, o dentista entende que, quando a família leva uma criança para o consultório, está colocando em nossas mãos aquilo que têm de mais precioso na vida.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"> E é aí que entra a parte mais importante do trabalho do odontopediatria: a confiança. Confiança essa depositada pelos pais, mas também  sentida pela <a href="http://descobrindocriancas.com.br/2016/12/29/por-que-levar-seu-filho-a-um-especialista/">criança. </a></span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">A criança precisa saber que seus pais confiam no dentista para que ela também possa confiar.  Confiança inclui também que algumas recomendações feitas pelo profissional antes, durante e após os atendimentos sejam atendidas.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Essas recomendações não são à toa, pelo contrário. Elas são necessárias para o bom andamento das consultas e também para o sucesso almejado do tratamento.</span></p>
<p><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"> Então vamos lá:</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; background: white; margin: 18.75pt 0cm .0001pt 0cm;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">1) A criança é o foco.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; background: white; margin: 18.75pt 0cm .0001pt 0cm;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Ou seja, o profissional precisa, e quer, estabelecer uma comunicação com seu paciente. Por isso, papais e mamães evitem conversar com a criança quando o dentista estiver falando com ela. A menos que sejam solicitados. </span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; background: white; margin: 18.75pt 0cm .0001pt 0cm;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Ainda dentro desse tópico, o ideal seria que apenas uma criança fosse atendida de cada vez. Caso vocês precisem ou queiram levar mais de uma criança ao atendimento, cada uma deve entrar no consultório de forma individual. </span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; background: white; margin: 18.75pt 0cm .0001pt 0cm;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Do contrário, o dentista não conseguirá dar a atenção necessária nem à criança em atendimento nem a outra.<span class="apple-converted-space"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; background: white; margin: 18.75pt 0cm .0001pt 0cm;">  2) O odontopediatra sabe o que está falando</p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; background: white; margin: 18.75pt 0cm .0001pt 0cm;">Por exemplo, se o dentista julga ser necessário o uso da anestesia local é porque ele sabe que, sem o seu uso, o desconforto será maior para a criança. As etapas dos tratamentos, muitas vezes, não podem ser adiantadas ou puladas.</p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; background: white; margin: 18.75pt 0cm .0001pt 0cm;">Além disso, em alguns momentos, se necessário que o profissional eleve um pouco seu tom de voz ou mesmo peça para os responsáveis saírem da sala.</p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; background: white; margin: 18.75pt 0cm .0001pt 0cm;">Tudo tem um motivo. Em caso de dúvidas, teremos o maior prazer em explicar, várias vezes, se for necessário.</p>
<p>3) Nem tudo deve ser falado</p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; background: white; margin: 18.75pt 0cm .0001pt 0cm;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Existem palavras que, por si só, levam a ansiedade e medo. Sangue, tesouras, corte, agulha, picadinha são alguns exemplos. Também não se deve falar frases como: “mas você vai  cortar, nossa tudo isso de sangue, é só uma picadinha, não vai doer”. </span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; background: white; margin: 18.75pt 0cm .0001pt 0cm;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"> Não devemos mentir para a criança, nem os pais nem o dentista. Ela descobrirá e perderá a confiança. </span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; background: white; margin: 18.75pt 0cm .0001pt 0cm;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Além disso, não é recomendável chantagear as crianças com presentes. Mas caso já tenha prometido algo, procure cumprir. Isso vale também para as punições.</span></p>
<p style="text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; background: white; margin: 18.75pt 0cm .0001pt 0cm;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">4) Odontopediatria não é mágica</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; background: white; margin: 18.75pt 0cm .0001pt 0cm;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">O odontopediatra estudou para atender as crianças. E gosta de atendê-las. Mas isso não quer dizer que não haverá momentos de desconforto.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; background: white; margin: 18.75pt 0cm .0001pt 0cm;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"> Ou mesmo situações em que o choro se fará presente. Falando em choro, ele não é uma exceção nos atendimentos infantis, principalmente em bebês e crianças com pouca maturidade psicológica. </span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; background: white; margin: 18.75pt 0cm .0001pt 0cm;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Mas isso não significa que o dentista é mau ou que está “judiando” da criança. Significa que atendemos um público que ainda está aprendendo a lidar com o medo, a ansiedade, o cansaço e com situações nas quais é preciso ficar quieto.</span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; background: white; margin: 18.75pt 0cm .0001pt 0cm;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';"> A participação assertiva dos pais é ainda mais importante para essas crianças e nesses momentos. </span></p>
<p style="text-align: justify; text-justify: inter-ideograph; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%; background: white; margin: 18.75pt 0cm .0001pt 0cm;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Pra encerrar, só ressalto que não se deve adiar a ida ao dentista porque os pequenos vão chorar ou porque choraram em atendimentos anteriores.</span></p>
<p>Pro Carla Eloisa</p>
<p>Inscreva no canal do <a href="https://www.youtube.com/@descobrindocriancas">Youtube</a></p>
<hr />
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		<title>Por que levar seu filho a um especialista?</title>
		<link>https://blog.descobrindocriancas.com.br/2023/02/25/por-que-levar-seu-filho-a-um-especialista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Eloisa [Cirurgiã-dentista]]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Feb 2023 19:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Dentes]]></category>
		<category><![CDATA[Descobrindo Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Especialista]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Especialista?</p>
<p>Para conseguirmos pensar sobre essa pergunta que intitula esse texto, vamos imaginar uma situação hipotética. Vamos supor que você ou alguém da sua família teve um problema cardíaco, o qual até então você não sabia.</p>
<p>E digamos, ainda, que o atendimento inicial tenha sido feito por um médico clínico geral.</p>
<p>Imaginou tal situação?</p>
<p>Relativamente comum de acontecer, né?</p>
<p>O clínico geral, em certo momento, irá te encaminhar para um cardiologista. Certo?</p>
<p>Mas por que ele fará isso?</p>
<p>Permita-me explicar o por que. Ele fará isso por uma série de motivos.</p>
<p>Em primeiro lugar, vamos lembrar que o médico teve, durante a sua formação na faculdade, disciplinas sobre as diversas especialidades, incluindo a cardiologia.</p>
<p>Porém, como são muitos os conteúdos a serem aprendidos,  é praticamente impossível se aprofundar em todos os assuntos de todas as áreas. Ou seja, quando o médico termina sua graduação, ele se forma como um generalista ou um clínico geral.</p>
<p>Em outras palavras, ele sabe sobre muitas situações clínicas, diagnóstico e  o tratamento dessas condições, mas talvez alguns detalhes e características específicos lhe faltem.</p>
<p>Enquanto que o cardiologista estudou mais  sobre o coração e os problemas que podem acontecer, pois afinal ele se especializou nessa área.</p>
<p>Ser especialista é, portanto, aprofundar os estudos numa determinada área, neste caso da medicina. Segundo motivo, o clínico geral sabe que um cardiologista estará muito mais inteirado do seu problema cardíaco, assim como mais atualizado no que se refere aos tratamentos.</p>
<p>Afinal de contas, a cardiologista lida com problemas similares ao seu, todos os dias e como parte da sua rotina clínica. Ele está mais familiarizado com esses assuntos.</p>
<p>Vamos voltar a nossa pergunta inicial?</p>
<p>Pois bem, essa situação que acontece na medicina (de ser encaminhado ao cardiologista), acontece da mesma forma na odontologia.</p>
<p>Os cirurgiões dentistas também se formam como clínicos gerais. E assim também tiveram uma série de disciplinas sobre as diferentes especialidades odontológicas.</p>
<p>Na formação odontológica estudamos matérias de endodontia, de dentística, de implantodontia, de odontopediatria, entre outras. Do contrário, nem nos formaríamos. Agora, cursar tais disciplinas não, obrigatoriamente, nos torna apta para um excelente desempenho naquela área.</p>
<p>Por exemplo, somente com os conhecimentos da matéria de implantodontia, obtidos durante minha graduação, eu não tenho segurança pra colocar um implante. Não saberia nem qual implante indicar. Por outro lado, sei quando indicar o uso de um implante. Percebe que existem algumas limitações?</p>
<p>A odontopediatria é a especialidade da odontologia responsável por cuidar, prevenir e tratar da cavidade bucal dos bebês, das crianças e dos adolescentes.</p>
<p>Mas apesar de ser uma especialidade, é considerada uma clínica geral, entretanto restrita ao atendimento infanto-juvenil.</p>
<p>Dentro da odontopediatria, são realizados desde medidas preventivas, até procedimentos invasivos como restaurações, tratamentos de canais e cirurgias. E, dentre esses diversos tratamentos, existem peculiaridades próprias quando comparados com os mesmos tratamentos realizados num adulto.</p>
<p>São alguns detalhes técnicos que fazem toda a diferença. Porém, talvez, a maior diferença entre um clínico geral e um especialista em odontopediatria não seja nem esses detalhes.</p>
<p>Mas, sim, a abordagem comportamental. Ah?</p>
<p>Como assim?</p>
<p>A maneira de abordar uma criança é extremamente diferente da forma de falar com um adulto. Sem contar que  as necessidades emocionais da criança também são diferentes.</p>
<p>A capacidade de lidar com o medo e com a ansiedade presentes nos pequenos é um diferencial do odontopediatra, usando pra isso temática lúdica e técnicas de manejo comportamental.</p>
<p>Pra terminar essa coluna, por que levar, então, seu filho ao odontopediatra?</p>
<p>Porque ele é o profissional da odontologia que estudou de maneira mais aprofundada a criança e o seu desenvolvimento;  entendendo que ela não é um adulto em miniatura e que, por isso mesmo, requer atendimento diferenciado, com detalhes técnicos específicos e características próprias.</p>
<p>Seu filho merece um odontopediatra, assim como o seu coração de um cardiologista.</p>
<hr />
<p>Por Carla Eloisa</p>
<p>O post <a href="https://blog.descobrindocriancas.com.br/2023/02/25/por-que-levar-seu-filho-a-um-especialista/">Por que levar seu filho a um especialista?</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.descobrindocriancas.com.br">Blog Descobrindo Crianças</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dor de dente, como ela ocorre?</title>
		<link>https://blog.descobrindocriancas.com.br/2019/07/02/dor-de-dente-como-ela-ocorre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Eloisa [Cirurgiã-dentista]]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2019 00:05:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Descobrindo Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Dentista]]></category>
		<category><![CDATA[Dor de Dente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Criança também sente dor de dente. Antes de responder ... <a title="Dor de dente, como ela ocorre?" class="read-more" href="https://blog.descobrindocriancas.com.br/2019/07/02/dor-de-dente-como-ela-ocorre/">Ler +</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Criança também sente dor de dente.</p>



<p>Antes de responder essa pergunta, vamos entender as
estruturas internas dos dentes. </p>



<p>Imagine que o dente é uma caixa, feita de duas camadas de um
material rígido: mais externamente temos o esmalte, e na sequência a dentina. &nbsp;Dentro dessa caixa temos uma estrutura mais
mole, que lembra um coração, a qual é responsável pela vitalidade do dente, e é
composta por nervo e vaso sanguíneo, chamada polpa. </p>



<p>A polpa é a parte viva do dente. As dores de dente são
resultado de estímulos à polpa, os quais são conduzidos ao cérebro e
interpretados como dor. </p>



<p>A polpa pode ser estimulada quando temos exposição de dentina. Isso porque a camada de dentina microscopicamente apresenta canalículos com comunicação direta com a polpa. </p>



<p><a href="https://descobrindocriancas.com.br/2019/03/05/causas-e-efeitos-do-acucar-nos-dentes-das-criancas/">Causa e Efeitos do Açúcar nos Dentes</a></p>



<p>A exposição de dentina acontece nas lesões de cárie, por
exemplo. Uma vez estimulada, o organismo gera um processo inflamatório na
polpa. A inflamação é essencial para que ocorra o reparo dos tecidos lesionados
ou que foram agredidos. </p>



<p>Faz parte do processo inflamatório a liberação de mediadores
químicos os quais levam à dor, ao calor, e ao inchaço. As dores de dente podem
ser de caráter provocado ou espontâneo. </p>



<p>&nbsp;Elas são ditas
provocadas quando requerem um estímulo para acontecer: comer alguma coisa,
tomar algo gelado&#8230; E representam quadros de dor descritos conforme a
descrição feita acima. </p>



<p>São reversíveis, ou seja, indicam que o processo
inflamatório foi pequeno e que uma vez removido o estímulo a polpa conseguirá
se recuperar. </p>



<p>As dores espontâneas, em contrapartida, são aquelas que começam sem um estímulo específico. Parece que vêem do nada. Representam um dano irreversível à polpa, provocado por uma lesão de cárie não tratada ou mesmo um trauma dental. </p>



<p><a href="https://descobrindocriancas.com.br/2017/06/13/entendendo-a-doenca-carie/">Entendendo a Doença Cárie</a></p>



<p>A dor espontânea acontece porque a polpa passa por um
processo inflamatório grande, em que há muita liberação de mediadores químicos.
</p>



<p>Vamos lembrar que a polpa se encontra envolta por tecidos
duros, que não permitem um inchaço muito grande. Nesse caso ela incha contra as
paredes duras do dente as quais não distendem. Isso gera uma pressão grande na
polpa, ampliando a dor. </p>



<p>As dores de dente podem acontecer tanto nos dentes de leite
como nos permanentes. A maneira como a dor acontece é igual, independente da
dentição. </p>



<p>Em geral, as crianças têm um limiar para dor maior que os
adultos. Isso explica, por exemplo, porque muitas vezes mesmo com uma lesão de
cárie grande as crianças não relatam dor. </p>



<p><strong>Vale lembrar que não precisamos esperar a criança ter dor
de dente para procurarmos o atendimento odontológico.</strong> Pelo contrário,
devemos buscar prevenir a dor e evitar que ela aconteça. </p>



<p>Portanto, é fundamental ir periodicamente à odontopediatra,
de modo que pequenas situações, quando presentes, sejam controladas. </p>



<p>Prevenir é sempre melhor que tratar. </p>



<p>Por <a href="https://descobrindocriancas.com.br/carla-eloisa-minozzo/">Carla Minozzo</a></p>



<p>Foto: <a href="https://br.freepik.com/fotos-vetores-gratis/pink-free">FreePik</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Papel Dos Selantes No Atendimento  da Criança</title>
		<link>https://blog.descobrindocriancas.com.br/2019/05/03/o-papel-dos-selantes-no-atendimento-da-crianca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Eloisa [Cirurgiã-dentista]]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 May 2019 21:57:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Descobrindo Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Cárie]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Selantes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você sabe o que é selantes? Os selantes são resinas ... <a title="O Papel Dos Selantes No Atendimento  da Criança" class="read-more" href="https://blog.descobrindocriancas.com.br/2019/05/03/o-papel-dos-selantes-no-atendimento-da-crianca/">Ler +</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você sabe o que é selantes?</p>



<p>Os selantes são resinas fluidas que são aplicadas sobre as fóssulas
e fissuras de um dente, permanente ou de leite. </p>



<p>São aplicados, principalmente, na superfície mastigatória
(chamada de oclusal) de um dente do fundo, mas em algumas situações também
podem ser aplicados nas demais superfícies dentárias.</p>



<p>Foram idealizados, primariamente, como um método preventivo
às lesões de cárie. Isso porque quando aplicados formam uma barreira mecânica
entre o dente e o meio bucal. </p>



<p>O selante como forma preventiva já foi muito utilizado, chegando ao ponto de ser indicado até mesmo para aquelas crianças cujo risco à cárie era muito baixo. Ou seja, foi muitas vezes utilizado em crianças que não precisariam, e que pouco ou nada se beneficiaram do seu uso. Configurando, dessa forma, sobretratamentos. </p>



<p><a href="https://descobrindocriancas.com.br/2016/12/29/por-que-levar-seu-filho-a-um-especialista/">Por que levar seu filho a um especialista?</a></p>



<p>Hoje como método preventivo à carie, o uso dos selantes
figura como uma ferramenta auxiliar, a qual deve vir associada com orientações
de higiene bucal e dieta, pensando na etiologia da doença , e uso do flúor. Ou
seja, ao contrário do que aconteceu no passado, em que o selamento era indicado
indiscriminadamente para todos os dentes de todas as crianças, hoje sua
indicação está pautada no risco de desenvolver lesões de cárie. </p>



<p>Portanto, os selantes preventivos têm indicação de uso
naquelas crianças cujos fatores etiológicos da doença cárie estão em
desequilíbrio e, assim, apresentam risco maior de desenvolver as lesões. </p>



<p>Outra forma de uso dos selantes é o manejo de lesões iniciais de cárie. Ou seja, quando as lesões já estão presentes, mas ainda de forma incipiente. Nessa abordagem, o selante deixa de ter um papel preventivo e passa a ter uma função curativa. </p>



<p>O selante é indicado para lesões em esmalte (primeiro tecido dos dentes, em contato com o meio bucal), e para as lesões iniciais em dentina (tecido abaixo do esmalte) que ainda não apresentem cavidade ou já com microcavitações. Assim, é feito o selamento dessas lesões de cárie. </p>



<p>Essa é uma abordagem conservadora, pensando na manutenção de
maior quantidade de tecido dental, evitando sua remoção. Nesse tipo de conduta
não são desgastados os tecidos dentais. Isto é, a lesão de cárie não vai sumir,
mas não aumentará, pois o selante é uma barreira de superfície, assim as trocas
que aconteceriam entre as superfícies dentárias e o meio bucal não acontecem. </p>



<p>Uma vez que as bactérias da cárie não têm mais acesso a
fonte de nutrientes, essas lesões paralisam. A aplicação dos selantes também
ajuda a tornar mais lisa e uniforme as superfícies com lesões iniciais de
cárie, facilitando também a efetividade da escovação. </p>



<p>Uma vez seladas, essas lesões de cárie vão requerer apenas
acompanhamento clínico, visto que o sucesso do tratamento proposto e a
conseqüente paralisação dessas lesões requerem a manutenção da integridade do
selante. </p>



<p>Por <a href="https://descobrindocriancas.com.br/carla-eloisa-minozzo/">Carla Minozzo</a></p>



<p>Leia Também:  <a href="https://descobrindocriancas.com.br/2017/06/13/entendendo-a-doenca-carie/">Entendendo a doença Cárie</a></p>



<p>Foto: <a href="https://br.freepik.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Freepik (abre numa nova aba)">Freepik</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Será Que o Retorno ao Dentista Deve Ser de 6 m 6 Meses?</title>
		<link>https://blog.descobrindocriancas.com.br/2019/04/09/sera-que-o-retorno-ao-dentista-deve-ser-de-6-m-6-meses/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Eloisa [Cirurgiã-dentista]]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2019 21:15:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Descobrindo Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Dente infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Dentista]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Depois ou durante  o tratamento odontológico da criança, surge o questionamento quanto à frequência e a necessidade do retorno ao consultório. </p>



<p>A maioria das pessoas acreditam que a resposta será sempre 6
meses. Mas não é bem assim!</p>



<p>Pra começo de conversa esse intervalo de 6 meses entre as
consultas odontológicas é baseado na experiência. Isto é, não têm estudos na
literatura que mostrem claramente que 6 meses é um intervalo adequado. </p>



<p>O que se sabe é que consultas periódicas ao dentista são
bem-vindas, pois permitem que processos danosos à saúde bucal sejam observados
ainda em estágio inicial, minimizando assim os possíveis danos.</p>



<p>Nas crianças os retornos também são importantes para acompanhar o crescimento e o desenvolvimento da boca com um todo, e a troca dos dentes de leite pelos permanentes. </p>



<p>Então, qual deve ser o intervalo ideal? </p>



<p>Não existe uma resposta única. Isso porque cada criança vai
apresentar uma necessidade de acompanhamento, principalmente relacionada com a
presença da doença cárie. </p>



<p>A cárie é a doença bucal mais prevalente na população
infantil, e suas manifestações clínicas (seja a dor de dente, a necessidade de
recuperação estética e funcional) são as principais razões que levam às
crianças ao consultório odontológico. </p>



<p>Assim a frequência dos retornos é determinada
individualmente e está baseada no risco de desenvolvimento de novas lesões da
cárie. As crianças são, então, classificadas em: alto, médio e baixo risco à
cárie. </p>



<p>Essa classificação é baseada na combinação entre a presença ou ausência de alguns fatores, por exemplo: ingestão exagerada de alimentos açucarados, tema mencionado no meu texto <strong><a href="https://descobrindocriancas.com.br/2019/03/05/causas-e-efeitos-do-acucar-nos-dentes-das-criancas/">&#8220;Causas e Efeitos do Açúcar nos Dentes das Crianças&#8221;</a></strong> escovação com pasta de dente que não contenha 1000 ppm (partes por milhão) de flúor, dentre outros.</p>



<p>&nbsp;As crianças
classificadas como sendo de alto risco requerem um acompanhamento mais
frequente, por isso o intervalo entre as consultas será mensal. </p>



<p>Já para as crianças com médio risco esse intervalo pode ser
um pouco maior, com consultas a cada 3 meses. </p>



<p>E para aquelas com baixo risco, aí sim podemos lançar mão de
um espaçamento maior entre as consultas, variando de 6 meses a um ano. </p>



<p>Convém lembrar, que outras condições bucais (como casos de traumas dentários) podem levar a outros intervalos entre as consultas. O mais importante é seguir as recomendações do cirurgião-dentista que acompanha a saúde bucal daquela criança. </p>



<p>Por <a href="https://descobrindocriancas.com.br/carla-eloisa-minozzo/">Carla Minozzo</a></p>



<p>Foto Capa: <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Freepik  (abre numa nova aba)" href="https://br.freepik.com/" target="_blank">Freepik </a></p>



<p>Leia também: <a href="https://descobrindocriancas.com.br/2017/04/04/escolhendo-a-escova-e-pasta-de-dentes/">Escolhendo a Escova e Pasta de Dentes</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Açúcar nos Dentes: Causas e Efeitos</title>
		<link>https://blog.descobrindocriancas.com.br/2019/03/05/causas-e-efeitos-do-acucar-nos-dentes-das-criancas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Eloisa [Cirurgiã-dentista]]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2019 12:12:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Açucar]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Descobrindo Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Dente]]></category>
		<category><![CDATA[Doces]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Qual relação do açúcar com o desenvolvimento dos dentes da criança?</p>



<p>Os dentes são os primeiros órgãos a terem contato com os alimentos. </p>



<p>E assim, algumas propriedades dos alimentos podem influenciar na saúde bucal. Por isso, o que as crianças comem, bem como, a maneira como elas comem e a quantidade, tem relação direta com a saúde dos dentes e do sorriso. </p>



<p>Dentre essas relações, talvez a mais conhecida popularmente
seja a dos açúcares com a doença cárie. A relação cárie e açúcar já está bem
estabelecida. </p>



<p>A doença cárie hoje é entendida como um desequilíbrio que acontece nas relações entre determinados microorganismos e os dentes, sendo que esse desequilíbrio depende do açúcar para acontecer. Ou seja, a cárie só acontece na presença do açúcar. </p>



<p>O açúcar é o combustível que alimenta as bactérias causadoras da cárie. Elas o metabolizam e transformam num ácido, o qual irá desmineralizar as estruturas dentárias. </p>



<p>Elas também utilizam o açúcar para formar como se fosse uma cola, que as mantêm mais unidas e próximas dos dentes. </p>



<p>O açúcar está presente em vários alimentos como, por exemplo, nas frutas, no leite, no pão, mas, com certeza também nas balas, pirulitos e chocolates. </p>



<p>Na verdade, existem vários açúcares. E alguns são piores do que outros, quando pensamos na doença cárie. </p>



<p><a href="https://descobrindocriancas.com.br/2019/02/26/a-crianca-precisa-de-dieta/">A Criança Precisa de Dieta?</a></p>



<p>Nós, os dentistas, e especialmente os odontopediatras, não proibimos o consumo de açúcar. </p>



<p>Até porque sabemos que o nosso paladar aqui no Brasil tende bastante pro doce, fora a questão cultural em que dar algo doce para as crianças é visto como uma atitude de carinho, um presente ou até mesmo uma recompensa. </p>



<p>Nós acreditamos que açúcar pode ser consumido de maneira
racional, mesmo porque todos nós precisamos consumir uma quantidade de açúcares
para termos energia. </p>



<p>Pensar em consumo racional de açúcar significa reduzir a
quantidade total ingerida durante o dia, mas principalmente reduzir a
frequência de ingestão diária. Como assim? </p>



<p>Vamos voltar na explicação da doença cárie: todas as vezes
que as crianças comem açúcares, as bactérias os metabolizam produzindo ácido.
Esse ácido desmineraliza os tecidos dentais. Porém, passado um tempo a saliva
consegue neutralizar esse conteúdo ácido, e repor os minerais que foram
removidos.</p>



<p>&nbsp;Esse processo de
desmineralização e remineralização requer um tempo para que possa ocorrer. </p>



<p>A desmineralização acontece em cada ingestão do açúcar. Assim quando a ingestão do açúcar acontece em alta frequência durante o dia, ou seja, várias vezes, acaba não dando tempo para a saliva restabelecer o equilíbrio. </p>



<p>E por consequência, como a desmineralização passa a ser maior que a remineralização temos a manifestação clínica da doença cárie.</p>



<p>Resumindo, o consumo inteligente de alimentos com açúcar,
pensando na doença cárie, passa por:</p>



<ul class="wp-block-list"><li> Diminuir a frequência das beliscadas entre uma refeição e outra, </li><li> Ter horários regulares para se alimentar, </li><li>Evitar a alta frequência diária de episódios de amamentação natural e/ou artificial, principalmente durante a noite e a madrugada;</li><li>Não acrescentar açúcar, mel, entre outros, ao leite colocado na mamadeira;</li><li>Diminuir a quantidade total de açúcar diário;</li><li>Limitar o consumo de guloseimas, e associá-las às refeições principais. Como uma sobremesa, por exemplo;</li><li>Limitar o acesso a balas, pirulitos, chocolates e chicletes. Não é interessante que estejam dispostos em locais de fácil acesso pela criança;</li><li>Oferecer alimentos mais naturais, e diminuir a oferta de alimentos industrializados (esses em geral apresentam maior quantidade açúcar, gordura e sal);</li><li>Procurar demonstrar afeto e carinho utilizando outros recursos que não o doce;</li><li>Manter hábitos de higiene bucal eficientes.</li></ul>



<p>A alimentação adequada tem relação direta com a saúde dos dentes das crianças.</p>



<p>Por <a href="https://descobrindocriancas.com.br/carla-eloisa-minozzo/">Carla Minozzo</a></p>



<p>Leia Também: <a href="https://descobrindocriancas.com.br/2018/02/23/canal-em-dentes-de-leite/">Tratamento de Canal em Dentes de Leite.</a></p>
<p>O post <a href="https://blog.descobrindocriancas.com.br/2019/03/05/causas-e-efeitos-do-acucar-nos-dentes-das-criancas/">Açúcar nos Dentes: Causas e Efeitos</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.descobrindocriancas.com.br">Blog Descobrindo Crianças</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mancha e Outros Defeitos de Esmalte</title>
		<link>https://blog.descobrindocriancas.com.br/2019/01/28/mancha-e-outros-defeitos-de-esmalte/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Eloisa [Cirurgiã-dentista]]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2019 14:55:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dentes]]></category>
		<category><![CDATA[Descobrindo Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Esmalte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dente de leite pode nascer com mancha? Todos nós ... <a title="Mancha e Outros Defeitos de Esmalte" class="read-more" href="https://blog.descobrindocriancas.com.br/2019/01/28/mancha-e-outros-defeitos-de-esmalte/">Ler +</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O dente de leite pode nascer com mancha?</p>



<p>Todos nós gostamos de ver um sorriso de criança com os dentes bem branquinhos. Mas às vezes alguns dentes, de leite ou permanente, nascem com mancha ou alterações na sua forma. </p>



<p>E não raro, ouvimos dos pais que os dentes do seu filho nasceram com cárie. Porém, na realidade o dente não apresenta lesão de cárie. Ele apresenta uma lesão chamada, genericamente, de defeito de esmalte. </p>



<p>O esmalte dentário é a camada mais superficial do dente, é composto por um tecido mineral, que é depositado enquanto o dente está em formação e depois precisa ser mineralizado. </p>



<p>A lesão pode ser de caráter quantitativo, quando o esmalte é depositado com falhas, cujo aspecto clínico é uma alteração de forma. Ou ainda qualitativo, quando o esmalte é depositado da maneira correta, mas apresenta falhas de mineralização. </p>



<p>Nesse caso, temos a mancha, que pode ser amarelada, acastanhada ou até mais esbranquiçada.  </p>



<p>Normalmente, quando temos um defeito quantitativo, temos também um defeito qualitativo. </p>



<p>Essas lesões podem estar somente em um dente, provavelmente decorrentes de uma causa direta e localizada. </p>



<p>Mas também podemos ter lesões distribuídas entre os dentes que se formaram mais ou menos na mesma época, em geral relacionadas com alguma causa indireta e sistêmica. </p>



<p>Mas quais são essas causas?</p>



<p>Antes de respondermos, preciso explicar algumas
coisas:</p>



<p>Primeiro, os dentes começam sua formação ainda durante o período gestacional. Cada grupo de dentes tem uma época para se formar.  Leia mais sobre o desenvolvimento dos dentes no texto  <a href="https://descobrindocriancas.com.br/2017/03/07/quando-levar-ao-odontopediatra/">Quando Levar seu filho ao odontopediatra</a></p>



<p>Depois, as células que produzem e secretam o esmalte são muito sensíveis às mudanças bruscas de oxigenação, temperatura, condição metabólica. </p>



<p>Tão sensíveis que “param” de funcionar, temporária ou permanentemente, mediante tais mudanças. Assim os defeitos de esmalte são como que cicatrizes. </p>



<ol class="wp-block-list"><li>Causas
locais:</li></ol>



<p>Traumas nos dentes de leite que já
nasceram podem provocar lesões no dente permanente. Traumas decorrentes de
intubação de bebês </p>



<p>Infecções próximas a um dente em
formação (por exemplo, lesões de cárie não tratadas em dentes de leite
associadas a um abscesso)</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Sistêmicas</li></ul>



<p>Febre muito alta</p>



<p>Falta de algumas vitaminas, por
exemplo, A e C</p>



<p>Alterações hormonais, como o
hipoparatiroidismo, diabetes</p>



<p>Doenças hepáticas como
hiperbilirrubinemia no recém-nascido, </p>



<p>Déficit de oxigênio</p>



<p>Nascimento prematuro</p>



<p>Os defeitos do esmalte, além de comprometerem a estética nos dentes da frente, podem causar sensibilidade (dor), perda de estrutura dental e criar nichos para o desenvolvimento de lesões de cárie. </p>



<p>Assim, elas requerem o acompanhamento e o tratamento adequado com um odontopediatra, visando à manutenção da estética e da saúde bucal dos pacientes.</p>



<p>Por <a href="https://descobrindocriancas.com.br/carla-eloisa-minozzo/">Carla Minozzo</a></p>



<p>Leia também: <a href="https://descobrindocriancas.com.br/2017/11/13/o-nascimento-dos-primeiros-dentes/">O Nascimento dos Primeiros Dentes</a></p>



<p>Imagem: <a href="https://br.freepik.com/fotos-vetores-gratis/pink-free">FreePik</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Controlando o Medo e a Ansiedade das Crianças no Dentista</title>
		<link>https://blog.descobrindocriancas.com.br/2018/11/30/controlando-o-medo-e-a-ansiedade-das-criancas-no-dentista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Eloisa [Cirurgiã-dentista]]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Nov 2018 09:32:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Descobrindo Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Dentista]]></category>
		<category><![CDATA[Medo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando pensamos no atendimento odontológico, muita gente pensa logo de ... <a title="Controlando o Medo e a Ansiedade das Crianças no Dentista" class="read-more" href="https://blog.descobrindocriancas.com.br/2018/11/30/controlando-o-medo-e-a-ansiedade-das-criancas-no-dentista/">Ler +</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando pensamos no atendimento odontológico, muita gente pensa logo de cara em algo doloroso e associado a sofrimento. O que está inevitavelmente associado ao medo e à ansiedade.</p>
<p>Apesar dos tratamentos odontológicos terem evoluído bastante e hoje serem bem mais confortáveis, essa imagem ainda permanece na população em geral. E as crianças acabam por absorver essas ideias, normalmente a partir das percepções dos seus pais. Assim, muitas vezes as crianças chegam com medo e com alto grau de ansiedade para os tratamentos odontológicos.</p>
<p>No entanto, os odontopediatras utilizam várias técnicas e recursos, muitos deles com respaldo da psicologia, para diminuir o medo e a ansiedade das crianças, e também para melhorar o comportamento e a aceitação ao tratamento.</p>
<p>Algumas dessas abordagens serão explicadas abaixo:</p>
<p><strong>1) falar-mostrar-fazer<br />
</strong>Normalmente temos medo daquilo que não conhecemos. Assim essa técnica consiste na apresentação gradual e adequada ao nível de entendimento da criança dos instrumentais e do ambiente odontológico. O odontopediatria primeiro fala sobre o objeto apresentado. Depois mostra como funciona em bocas artificiais, na mão dos responsáveis e da própria criança. E por último utiliza na criança durante o atendimento propriamente dito.</p>
<p><strong>2) modelagem</strong><br />
As crianças aprendem, por exemplo, e repetição de ações. A modelagem consiste em usar um modelo, que pode ser um boneco ou ursinho de pelúcia, uma criança com um comportamento adequado e com idade próxima, ou mesmo alguém da família, como pai, mãe ou ainda um irmão mais velho.</p>
<p><strong>3) distração</strong></p>
<p>Através músicas, filmes, vídeos, histórias, ou uma simples conversa o odontopediatra tira o foca daquilo que está fazendo, de modo que a criança preste menos atenção ao procedimento. Essa técnica é muito usada durante a realização da anestesia, por exemplo.</p>
<p><strong>4) reforço positivo</strong></p>
<p>Consiste na valorização dos bons comportamentos e ações que a criança execute ou apresente, de modo que ela tenha vontade de repeti-lo. São valorizados desde os pequenos progressos, como abertura de boca, até a execução do procedimento como um todo ou finalização do tratamento. Pode ser feito através de elogios, palavras de incentivo, brindes no final da consulta. Ressalta-se que nos casos de brinde eles não devem ser usados como chantagem para obtenção do bom comportamento. O bom comportamento precede ao brinde.</p>
<p>Essas abordagens precisam de um tempo para funcionar. O que significa que a adaptação comportamental da criança ao consultório odontológico nem sempre será imediata ou no primeiro contato. Lembrando também que o comportamento da criança depende da sua idade, da sua personalidade, das percepções dos seus pais, de experiências prévias, do momento que a criança está vivendo. Mas também da maneira como será conduzida pelo dentista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por <a href="https://descobrindocriancas.com.br/carla-eloisa-minozzo/">Carla Minozzo</a></p>
<p>Leia também: <a href="https://descobrindocriancas.com.br/2018/09/25/cirurgias-no-dentista/">Cirurgias no Dentista</a></p>
<p>O post <a href="https://blog.descobrindocriancas.com.br/2018/11/30/controlando-o-medo-e-a-ansiedade-das-criancas-no-dentista/">Controlando o Medo e a Ansiedade das Crianças no Dentista</a> apareceu primeiro em <a href="https://blog.descobrindocriancas.com.br">Blog Descobrindo Crianças</a>.</p>
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		<title>Cirurgias no Dentista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Eloisa [Cirurgiã-dentista]]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2018 21:06:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Descobrindo Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Dentista]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quais cirurgias no dentista são indicadas para a criança?</p>
<p>Você sabia que quando um estudante de odontologia conclui sua graduação ele recebe o título de cirurgião-dentista?</p>
<p>Isso porque, os procedimentos odontológicos em geral requerem bastante precisão e habilidades manuais, características necessárias a um cirurgião. Além disso, o dente é considerado um órgão, composto por diferentes tecidos. Ou seja, entende-se que todo procedimento realizado nos dentes é uma cirurgia.</p>
<p>Mas não é disso que me refiro no título desse artigo. Falo sim, da manipulação realizada pelo dentista de tecidos moles (como língua, gengiva, lábios) da boca. E também das próprias extrações dentárias. Engana-se quem pensa que dentista só entende de dente. E engana-se ainda mais quem pensa que não precisamos realizar esses procedimentos nas crianças.</p>
<p>A começar pelas extrações. Por vezes, não conseguimos mais manter um dente de leite na boca, seja porque ele se encontra muito destruído pela doença cárie ou por um trauma, ou porque já cumpriu seu ciclo biológico e o dente permanente precisa daquele espaço para erupcionar. Ou ainda quando temos dentes a mais, que é o caso dos dentes supranumerários.</p>
<p>Além das extrações, as cirurgias mais comuns realizadas nas crianças são as frenectomias, que é o termo usado para as cirurgias que envolvem os freios, lingual e/ou labial.</p>
<p>A frenectomia lingual é indicada em casos de língua presa, em que a língua encontra-se com mobilidade reduzida, trazendo prejuízos funcionais, como alteração fonética. Já a frenectomia labial é indicada quando o freio labial tem uma inserção baixa ou é muito espesso.</p>
<p>Existem outras cirurgias, algumas no lábio outras na gengiva. Independente de qual cirurgia está indicada para a criança, é importante saber:</p>
<ul>
<li>A grande maioria das cirurgias odontológicas não é urgente, são consideradas como eletivas. Isso significa que havendo indicação da realização do procedimento cirúrgico, o momento no qual ele será realizado vai depender das condições da criança, sejam elas sistêmicas ou locais, assim como psicológicas.</li>
<li>Sempre será utilizada anestesia local. Às vezes, na dependência da extensão e da duração esperada para a cirurgia, podem ser lançados recursos de sedação.</li>
<li>As cirurgias odontológicas são feitas no próprio consultório do dentista.</li>
<li>O sucesso da cirurgia também depende dos cuidados pós-operatórios feitos em casa pelos responsáveis, como medicações e retornos.</li>
<li><em>Tente não transmitir ansiedade e medos pra criança. </em>Toda cirurgia sangra. Usamos instrumentos como tesouras e bisturis. Ou seja, converse sim com a criança, mas de forma alguma a assuste. Isso vale no pré-operatório, mas também durante o procedimento.</li>
<li>Não minta pra criança. Se o procedimento está indicado, ele precisará ser feito.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em qualquer situação que a criança vai passar é importante a conversa olho no olho.</p>
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		<title>Criança Pode Usar Aparelho?</title>
		<link>https://blog.descobrindocriancas.com.br/2018/08/17/crianca-pode-usar-aparelho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Eloisa [Cirurgiã-dentista]]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Aug 2018 20:44:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Odontopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Aparelho]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Descobrindo Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[má-oclusão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Criança pode usar aparelho?” “Com qual idade a criança deve ... <a title="Criança Pode Usar Aparelho?" class="read-more" href="https://blog.descobrindocriancas.com.br/2018/08/17/crianca-pode-usar-aparelho/">Ler +</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Criança pode usar aparelho?”</p>
<p>“Com qual idade a criança deve por aparelho?”</p>
<p>São perguntas que ocorrem com certa frequência, principalmente quando a criança apresenta os dentes tortos. A resposta depende de uma série de fatores. Em primeiro lugar, é preciso esclarecer que existem vários problemas relacionados não só com o alinhamento dos dentes, mas também relacionados à posição que os dentes ocupam na maxila e na mandíbula, bem como a relação desses ossos entre si.</p>
<p>Esses problemas podem envolver alterações em um ou mais dos três planos do rosto. Podem também ser somente dentárias, assim como podem ser esqueléticas ou musculares, ou ainda combinações. Algumas são genéticas (ou seja, podem ser herdadas do pai, da mãe&#8230;), enquanto outras são decorrentes da interação com fatores ambientais, como os hábitos de sucção de chupeta e mamadeira. Todas essas alterações são chamadas genericamente de má-oclusão. Cada má-oclusão exige uma correção específica, com aparelhos específicos, que devem ser usados em épocas específicas. Ou seja, uma má-oclusão não é idêntica à outra.</p>
<p>Voltando às perguntas acima, dentre as más-oclusões algumas delas têm indicação de intervenção precoce. Isso porque não se autocorrigem com o curso do crescimento e desenvolvimento da criança ou porque uma intervenção tardia seria mais complexa, demandando tratamentos mais longos e/ ou mais difíceis. Ou ainda para minimizar possíveis danos, sejam eles estruturais aos dentes (um trauma, por exemplo), ou ainda psicológicos resultados da interação social da criança principalmente no ambiente escolar (bulling).</p>
<p>Então, sim a criança pode usar aparelho, quando bem indicado e de acordo com a má-oclusão que apresente. <strong>A idade vai depender nã</strong><strong>o s</strong><strong>ó </strong><strong>do problema em si, mas tamb</strong><strong>é</strong><strong>m da maturidade daquela criança.</strong> Por maturidade entendam a capacidade de ter um dispositivo na boca, e assim, de usá-lo adequadamente, e também capacidades motoras e cognitivas de autocuidado e higiene.</p>
<p>Outra coisa a ser dita, é que muitas vezes o tratamento total da má-oclusão pode ser dividido em fases. Ou seja, uma fase mais precoce visando corrigir problemas mais pontuais e facilitar o tratamento final numa segunda fase, quando já houver ocorrido a troca de todos os dentes de leite pelos permanentes. Isso também é importante de ser lembrado: como ocorrem trocas dentárias o tratamento final só poderá ser feito após esse período. Vários profissionais podem fazer essa intervenção precoce, como os odontopediatras, os especialistas em ortopedia funcional dos maxilares e os ortodontistas.</p>
<p>Por <a href="https://descobrindocriancas.com.br/carla-eloisa-minozzo/">Carla Minozzo</a></p>
<p>Leia também: <a href="https://descobrindocriancas.com.br/2018/07/24/e-o-fluor/">E o flúor</a></p>
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