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	<title>Arquivos Fonoaudiologia - Blog Descobrindo Crianças</title>
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	<description>Descomplicando a Infância</description>
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	<title>Arquivos Fonoaudiologia - Blog Descobrindo Crianças</title>
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	<item>
		<title>É normal repetir palavras na fala ou a criança tem gagueira?</title>
		<link>https://blog.descobrindocriancas.com.br/2018/05/10/e-normal-repetir-palavras-na-fala-ou-a-crianca-tem-gagueira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberta Ceron [Fonoaudióloga]]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 May 2018 02:16:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Fonoaudiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Descobrindo Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Descobrindo Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento da Fala]]></category>
		<category><![CDATA[Gagueira]]></category>
		<category><![CDATA[Repitição de Palavras]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns pais de crianças no inicio da linguagem se perguntam: É normal a criança repetir estas palavras ou meu filho (a) tem gagueira?</p>
<p>Caso seu filho tenha dificuldades para falar e costuma hesitar ou repetir determinadas sílabas palavras ou frases, ele pode ter uma disfluência ou uma gagueira. Contudo, ele também pode estar atravessando um período de disfluência normal, período este que em muitas crinas enfrentam quando estão aprendendo a falar.</p>
<p>A disfluência ocorre com mais frequência entre 1 ano e 6 meses a 5 anos. É normal ocorrer as disfluência típicas da idade, aquela fase em que muitas crianças enfrentam quando estão aprendendo a falar e acabam hesitando, repetindo algumas palavras ou não completando a palavra.</p>
<p>Este fato faz parte do desenvolvimento e significa que a criança está adquirindo vocabulário e aprendendo a usar a linguagem de maneira nova.</p>
<p>Também pode ocorrer da criança passar por essa fase e depois de um tempo voltar a ter essas repetições de sons, palavras. Isso significa que a criança pode estar atravessando uma nova fase de aprendizagem.</p>
<p>Porem as crianças que apresentam gagueira leve, em geral repetem sons mais de duas vezes (pa-pa-pa-pa- pato).</p>
<p>Pode haver presença de tensão sendo evidente nos músculos faciais, especialmente ao redor da boca. A intensidade da voz pode aumentar com as repetições e ocasionalmente, a criança terá “bloqueios”, ausência de ar e voz por alguma segundos.</p>
<p><strong>Meu filho tem gagueira. E agora?</strong></p>
<p>Caso haja a suspeita de gagueira, o quanto antes iniciar a intervenção, melhor.</p>
<p>Os pais, muitas vezes, acabam sendo orientados incorretamente, para que esperem até passar ou, pior, para que pressionem o filho para falar sem gaguejar. Nenhuma destas atitudes é recomendada. Por isso a ajuda de um especialista irá favorecer as condutas em casa com a criança.</p>
<p><strong>Quem avalia e trata a gagueira? </strong></p>
<p>O fonoaudiólogo é o responsável pela avaliação e terapia da gagueira. Em alguns casos, um psicólogo também será muito importante para trabalhar questões emocionais.</p>
<p>O fonoaudiólogo medirá aspectos detalhados e fará uma avaliação criteriosa da criança. Assim conseguirá identificar se a disfluência é comum da idade ou se caracteriza gagueira. Medirá os tipos de disfluências (típicas ou atípicas), a frequência das rupturas e o grau de severidade da gagueira (se é leve, moderada, severa, etc),  levando em consideração diversos fatores, como: história familiar, contexto social, fatores emocionais, organização motora da fala.</p>
<p>Este profissional também reabilitará a criança, estimulando ritmo e velocidade de fala, mobilidade, tônus, articulação, coordenação pneumofonoarticulatória, sempre envolvendo a brincadeira, interação e a motivação.</p>
<p><strong>Algumas dicas:</strong></p>
<ul>
<li>Devemos ouvir a criança com calma, atenção e respeito a sua fala.</li>
<li>Não se deve pressioná-la ou apressá-la para que fale o que deseja. Ou seja, dar todo o tempo para ela terminar o que quer dizer é fundamental, demonstrando estar atento ao que ela diz, sem interrompê-la.</li>
<li>Mostre que você está prestando atenção ao que a criança fala: acene com a cabeça, sorria, faça sons de aprovação, etc</li>
<li>Mantenha contato de olho com a criança enquanto ela estiver falando.</li>
<li>Não termine as palavras para ela</li>
<li>Nunca diga para seu filho se acalmar ou respirar; escute o que ele tem a dizer até o final. O importante aqui é <em>o que</em>ele diz e não <em>como</em> ele diz.</li>
<li>Tente falar mais lenta e relaxadamente quando conversar com seu filho. Encoraje outros membros da família para fazerem o mesmo. Não fale tão devagar de modo que sua fala pareça estranha, mas mantenha-a lenta e faça várias pausas.</li>
<li>Os pais são os melhores modelos, e a criança seguirá. Assim, o adulto deve apresentar uma fala bem articulada, sem pressa, que estimule ritmo e entonações diversificadas para a criança.</li>
<li>Tente não ficar chateado ou nervoso quando a gagueira aumentar. Seu filho está fazendo o melhor que pode para aprender muitas regras novas de linguagem (todas ao mesmo tempo). Sua atitude de aceitação e paciência vai ajudá-lo muito.</li>
</ul>
<p>GAGUEIRA NÃO TEM GRAÇA! TEM TRATAMENTO!</p>
<p>Por <a href="https://descobrindocriancas.com.br/roberta-ceron/">Roberta Ceron</a></p>
<p>Leia: <a href="https://descobrindocriancas.com.br/2018/03/20/disfagia-infantil/">Disfagia Infantil</a></p>
<p>Foto: Keylla Gomes</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Engajamento dos Pais na Intervenção Terapêutica do Autismo</title>
		<link>https://blog.descobrindocriancas.com.br/2018/04/02/os-pais-na-intervencao-terapeutica-do-autismo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberta Ceron [Fonoaudióloga]]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Apr 2018 09:14:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fonoaudiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[Blog Descobrindo Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Descobrindo Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Intervenção Terapêutica]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste dia 02 e abril se destaca pela Conscientização do Autismo, e trarei uma breve descrição da fundamental importância dos pais no engajamento da intervenção terapêutica de seus filhos.</p>
<p>Definindo engajamento, podemos citar que é o ato de se comprometer com uma causa ou objetivo usualmente próprio ou de um grupo. Uma das definições também aceitas tem a ver com quanto as pessoas são conectadas com a causa para a qual se dedicam.</p>
<p>E neste mês contamos com o engajamento de mais pessoas, para uma causa em comum que é o autismo, neste caso nos referirmos isso como engajamento social. Porém os pais de crianças com autismo tem o compromisso de estarem engajados constantemente com seus filhos, e não apenas nos dias alusivos a datas especificas. E este engajamento não se inicia após o diagnóstico, e sim como primário ao ato de serem pais, de serem responsáveis pela criança e após o diagnóstico de ter maior empenho e comprometimento com quaisquer necessidades que a pessoa com autismo venha a ter.</p>
<p>leia: <a href="http://bit.ly/InclusãoDC">Inclusão Escolar: Adaptação Curricular Para Crianças Com Autismo </a></p>
<p>Diante disso e da necessidade de engajamento dos pais nas intervenções, ressaltamos que o engajamento não pode estar baseado apenas nos arranjos terapêuticos dentro do consultório. Devemos também modificar as relações do ambiente natural para que possamos, de fato, atingir os objetivos, é neste momento que entra o engajamento parental.</p>
<p>Entretanto, a orientação parental não deve se restringir apenas ao treino específico das habilidades que tem de ser mantidas e generalizadas fora da terapia e ao manejo comportamental no ambiente natural. A função da orientação parental também deve ser a de investigar os comportamentos da família diante das dificuldades e evoluções da terapia, as expectativas, frustrações e necessidades pela qual a mesma possa estar passando e conseguir externalizar aos terapeutas, para que dessa forma atuem juntos em prol de um único objetivo que é a evolução da pessoa com autismo.</p>
<p>A saúde mental da família de crianças com autismo não pode ser encarada apenas como um pano de fundo. A família representa o ambiente natural no qual a criança passa a maior parte de seu tempo e deve ser vista como um dos focos do tratamento.</p>
<p>Há, ainda, uma outra situação bastante comum que pode ser observada no padrão de algumas famílias de crianças e adolescentes com autismo: a imersão completa em atividades, temas, programas e mídias sociais relacionadas ao tema. Evidentemente que o amparo e apoio de outras famílias, profissionais e de uma boa literatura provê uma ajuda fundamental especialmente nos primeiros meses após o diagnóstico. Entretanto, a imersão significa ocupar a maior parte do tempo falando sobre o assunto. Muitas vezes, há a tendência em esquecer que no mundo há outros filhos, programas, assuntos, pessoas, problemas, atividades em geral.</p>
<p>O engajamento não é uma tarefa fácil e é também algo frágil. Não vai se sustentar ao longo do tempo se não houver atenção cuidadosa e equilíbrio.</p>
<p>Por <a href="http://descobrindocriancas.com.br/roberta-ceron/">Roberta Ceron</a></p>
<p>Imagem: Pixabay</p>
<p>Leia também:  <a href="http://descobrindocriancas.com.br/2017/04/24/autismo/">Autismo</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Disfagia Infantil</title>
		<link>https://blog.descobrindocriancas.com.br/2018/03/20/disfagia-infantil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberta Ceron [Fonoaudióloga]]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Mar 2018 07:57:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fonoaudiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Descobrindo Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[Disfagia Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Fonoaudióloga]]></category>
		<category><![CDATA[Sintoma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dia 20 de março começou a ser marcado como Dia de Atenção ... <a title="Disfagia Infantil" class="read-more" href="https://blog.descobrindocriancas.com.br/2018/03/20/disfagia-infantil/">Ler +</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O dia 20 de março começou a ser marcado como Dia de Atenção a Disfagia. E neste artigo irei falar sobre disfagia infantil.</p>
<p><strong>O que é Disfagia Infantil?</strong></p>
<p>Os distúrbios de deglutição, também chamados de disfagia, são mostrados em diferentes fases do processo de deglutição. Ocorrem quando existe um problema numa das diferentes fases da passagem de alimentos sólidos ou líquidos para o estômago. A disfagia infantil é a dificuldade no processo de deglutição que envolve a situação de alimentação do bebê, colocando em risco sua nutrição e saúde geral. Tal quadro pode ocorrer desde o início de vida, dificultando ou impossibilitando a amamentação, assim como outras formas de alimentação.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Sinais e sintomas de Disfagia Infantil:</strong></p>
<ul>
<li>O bebê engasga com frequência quando mama, apresenta tosse;</li>
<li>Demora para deglutir o leite, ficando resíduo na cavidade oral;</li>
<li>O bebê fica muito cansado depois de mamar;</li>
<li>O bebê apresenta esforço respiratório ao mamar, ruído, secreção, irritabilidade e muita baba;</li>
<li>A criança não consegue ser capaz de coordenar sucção e deglutição ou mamadeira;</li>
<li>Demora longo período para completar sua refeição (mais de 30min);</li>
<li>No momento das refeições há muita baba, vômitos e ou tosse, espirros frequentes depois de comer;</li>
<li>Dificuldades na mastigação dos alimentos;</li>
<li>Incapaz de coordenar a respiração, alimentação e deglutição;</li>
<li>Mudança da qualidade da voz depois de comer</li>
<li>Pneumonias de repetição</li>
<li>Perda de peso;</li>
<li>Hiperextensão ou rigidez do tronco durante a refeição,</li>
<li> Irritabilidade ou diminuição do estado de alerta durante as refeições,</li>
<li>Negação de certos tipos de alimentos,</li>
</ul>
<p>*Se alguns destes sinais forem observados, há indícios de que seu filho (a) sofra de disfagia infantil.</p>
<p><strong>Possíveis causas da Disfagia Infantil:</strong></p>
<ul>
<li>Doenças Neurológicas;</li>
<li>Alterações estruturais: ( estreitamento de esôfago; língua grande; fissura labial ou lábio palatina, problemas dentários, problemas estruturais que tornas o processo de mastigação ou deglutição difícil);</li>
<li>Lesões musculares: Distrofia muscular; Acalasia;</li>
<li>Desordem do sistema nervoso (paralisia cerebral, meningite, encefalopatia);</li>
<li>Distúrbios gastrointestinais;</li>
<li>Prematuridade;</li>
</ul>
<ul>
<li>Problemas de Coração;</li>
<li>Doenças das vias aéreas.</li>
</ul>
<h4>Quais são as implicações destes problemas para as crianças?</h4>
<ul>
<li>Desidratação ou estado nutricional débil,</li>
<li>Risco de aspiração (entrada de alimentos ou líquidos nas vias aéreas),</li>
<li>Pneumonia ou infecções respiratórias repetidas que podem levar a doença pulmonar crónica,</li>
<li>Constrangimento ou isolamento em eventos sociais que incluem refeições.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Que profissional faz o diagnóstico de disfagia infantil? </strong></p>
<p>Consulte o pediatra sobre as possíveis causas médicas dos problemas de deglutição. Pode ser necessário a intervenção de um fonoaudiólogo pode avaliar a alimentação e deglutição e recomendar um tratamento adequado quando necessário.</p>
<p>O fonoaudiólogo é o profissional indicado para realizar a avaliação funcional de deglutição. Esta pode ocorrer desde a internação em UTI ou em consultório, dependendo do estado clínico e condições em que o bebe ou criança se encontra. Este profissional deverá realizar uma avaliação detalhada e procedimentos adequados e individualizados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual profissional trata a disfagia infantil?</strong></p>
<p><strong>                </strong>O profissional habilitado para tratar os distúrbios de deglutição é o Fonoaudiólogo. O tratamento inclui avaliação clínica detalhada, em alguns casos como diagnóstico complementar pode ser realizado Videofluoroscopia da deglutição (avaliação objetiva da deglutição em exame de imagem), após é traçado o planejamento terapêutico que incluem exercícios, manobras para facilitar a deglutição, adequação de consistência de dieta, toda a abordagem é voltada para equilibrar o processo de alimentação de uma forma saudável e segura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No caso de bebês hospitalizados por tempo prolongado, o fonoaudiólogo realizará trabalho terapêutico específico para a transição da alimentação de sonda para via oral, favorecendo desenvolvimento motor oral, diminuição de engasgos, coordenação entre sucção, deglutição e respiração e organização global durante as mamadas.</p>
<p>É muito importante a participação da família, para que se possa obter sucesso no tratamento.</p>
<p>A alimentação é uma função vital e importante para o desenvolvimento físico e intelectual!</p>
<p>Por <a href="http://descobrindocriancas.com.br/roberta-ceron/">Roberta Ceron</a>.</p>
<p>Leia também</p>
<p><a href="http://descobrindocriancas.com.br/2018/01/24/mito-ou-verdade/">&#8220;Meu filho não fala porque tem preguiça&#8221;, MITO ou VERDADE?</a></p>
<h1 class="entry-title"></h1>
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			</item>
		<item>
		<title>Como estimular a linguagem da criança</title>
		<link>https://blog.descobrindocriancas.com.br/2018/03/01/como-estimular-fala-da-crianca/</link>
					<comments>https://blog.descobrindocriancas.com.br/2018/03/01/como-estimular-fala-da-crianca/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Roberta Ceron [Fonoaudióloga]]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2018 21:07:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fonoaudiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Conversa]]></category>
		<category><![CDATA[Descoberta da Fala]]></category>
		<category><![CDATA[Descobrindo Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento da Fala]]></category>
		<category><![CDATA[Fala]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É por volta dos 18 meses que a criança já ... <a title="Como estimular a linguagem da criança" class="read-more" href="https://blog.descobrindocriancas.com.br/2018/03/01/como-estimular-fala-da-crianca/">Ler +</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É por volta dos 18 meses que a criança já consegue falar “mama” ou &#8220;papa&#8221;, pelo menos é assim que ocorre dentro dos padrões de normalidade de desenvolvimento da linguagem. E tal fato deixa os pais orgulhos e ansiosos pela próxima palavra. Porém, embora exista um padrão de normalidade, temos que ter em mente que diante de diversas influencias no desenvolvimento da fala, cada criança se desenvolve de forma particular. Mas entendemos que as comparações entre uma criança e outra da mesma faixa etária são inevitáveis, o que acaba gerando dúvidas e preocupação aos pais. São muitos questionamentos sobre como estimular a fala da criança surge a partir desse momento.</p>
<p><strong>Mas quando saber se passou da hora de procurar um Fonoaudiólogo?</strong></p>
<p>A partir dos cinco meses de idade, os bebês já começam a emitir alguns sons na tentativa de se comunicar, mas é por volta dos dez meses que eles começam a falar palavras bilabiais, tipo, &#8220;ma&#8221; e &#8220;pa&#8221;. <strong>As meninas, normalmente, começam a falar mais cedo que os meninos.</strong> Por experiência clínica, o consultório fonoaudiológico sempre tem mais meninos para terapia do que meninas, no que diz respeito a atraso de fala.</p>
<p>Aos 2 anos, a criança já é capaz de formular pequenas frases e conseguir unir duas palavras para se referir a algo que deseja, assim como: “- Quero água”. Então se chegar a essa fase e a criança ainda não conseguir falar nenhuma palavra ou não expressar necessidade em se comunicar, os pais devem procurar por um Fonoaudiólogo. A investigação é necessária a fim de verificar quais são os fatores que influenciam nessa dificuldade.</p>
<p><strong>Conversar é a melhor forma de estimular!</strong></p>
<p>Desde a gestação os sons já fazem parte da vida do bebê. Isso é importante para que após o nascimento o bebê reconheça a voz de seus pais, através de percepções de sons graves e agudos.</p>
<p>É por isso que conversar com seu bebê desde sempre nunca é demais. Mas atenção! Nada de falar &#8220;errado só porque é engraçadinho&#8221;, é claro que ninguém resiste a uma fala “tatibitate” (uma forma de fala caracterizada pela articulação defeituosa de certas consoantes), mas a partir de um ano, o ideal é falar corretamente o nome das coisas, na entonação correta. &#8220;Se os pais infantilizam demais ao falar com a criança, pode ser que ela cresça carregando uma fala infantilizada”. Existem casos também da criança crescer mas não amadurecer, ficando sendo sempre o bebê e expressando isso na fala.</p>
<p><strong>Como deixar a criança mais segura para desenvolver a fala?</strong></p>
<p>Por vezes a ansiedade dos pais pode acabar intimidando a criança. Se ela está se esforçando bastante para falar, não precisa se assustar. O segredo é continuar incentivando a fala, mas sem exagerar.</p>
<ol>
<li>Abaixe-se altura da criança quando for falar com ela. Assim, ela poderá enxergar melhor os movimentos que você faz para falar e fica mais fácil dela tentar imita lo;</li>
<li>Fale sempre de forma correta;</li>
<li>Se você perceber que ela tem dificuldade para falar alguma palavra especifica, tente usá-las com mais frequência quando estiver conversando. O aprendizado ocorre por repetição;</li>
<li>Incentive-a a conversar mais quando ela disser alguma palavra. Faça sempre pequenas perguntas enquanto estiver conversando com ela e espere a tentativa de resposta.</li>
<li><strong>5</strong>. Vibre a cada conquista!</li>
</ol>
<p>Se após sua correta estimulação a criança persistir com ausência de fala até 2 anos ou fala ininteligível, procure por um fonoaudiólogo.</p>
<hr />
<p>Por <a href="http://descobrindocriancas.com.br/roberta-ceron/">Roberta Ceron</a>.</p>
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		<item>
		<title>“Meu filho não fala porque tem preguiça”, MITO ou VERDADE?!</title>
		<link>https://blog.descobrindocriancas.com.br/2018/01/24/mito-ou-verdade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberta Ceron [Fonoaudióloga]]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2018 20:21:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fonoaudiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Descobrindo Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Fala]]></category>
		<category><![CDATA[Mito]]></category>
		<category><![CDATA[Verdade]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma mãe com dúvida enviou a pergunta para o blog: “Meu filho não fala porque tem preguiça?  A dúvida dessa mãe é mito ou verdade?</p>
<p>A comunicação é algo que se desenvolve naturalmente, a interação com o meio em que vive e inter-relação com o outro, faz como que se desenvolva cada vez mais com maior habilidade a comunicação oral.</p>
<p>A capacidade de fala é um ato muito complexo, diferenciar todas as estruturas silábicas, articulações de sons envolvem áreas diversas do cérebro. Diante de tal complexidade não podemos rotular a criança como preguiçosa para falar! Devemos sim, ficar atentos aos sinais que a criança vem demonstrando, seja de dificuldade articulatória, compreensão ou até mesmo falta de necessidade para se comunicar.</p>
<p>A fala e a linguagem recebem influencias sociais, e por esta razão devemos considerar os aspectos biológicos, psicológicos, sociais, ambientais e culturais do indivíduo ao avaliarmos a sua comunicação e a sua linguagem. Deve-se considerar o meio onde a criança está inserida para que possam ser medidas suas habilidades e inabilidades.</p>
<p>O meio em que a criança vive e consequentemente os pais exercem papel fundamental na hora de estimular a <a href="http://www.minhavida.com.br/temas/crian%C3%A7a">criança</a>. Conversar bastante com ela, desde pequena, faz com que ela queira imitar e acaba facilitando o processo de desenvolvimento da fala e linguagem. Porém quando a criança não é estimulada a falar pelos pais ou cuidadores ou quando a criança recebe tudo o que deseja sem que precise expressar oralmente esse desejo, não há a necessidade de comunicação, gerando desta forma atraso no desenvolvimento da fala.</p>
<p>Por isso, é indicado investigar as causas para uma dificuldade, atraso ou distúrbio Para que se possa elucidar o que está ocorrendo, ao invés de rotular a criança como “preguiçosa”. A criança que não fala nada aos dois anos, por exemplo, está mostrando uma diferença no desenvolvimento normal da comunicação humana e deve ser observada por especialistas.</p>
<hr />
<p>Por <a href="http://descobrindocriancas.com.br/roberta-ceron/">Roberta Ceron</a>.<br />
Capa: Pixaboy.</p>
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		<title>Idade Ideal Para Largar a Chupeta</title>
		<link>https://blog.descobrindocriancas.com.br/2017/12/12/idade-para-largar-a-chupeta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberta Ceron [Fonoaudióloga]]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2017 07:11:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fonoaudiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Chupeta]]></category>
		<category><![CDATA[Descobrindo Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Largar a Chupeta]]></category>
		<category><![CDATA[Língua]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não tem nada mais “fofo” e que remeta a infância ... <a title="Idade Ideal Para Largar a Chupeta" class="read-more" href="https://blog.descobrindocriancas.com.br/2017/12/12/idade-para-largar-a-chupeta/">Ler +</a></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não tem nada mais “fofo” e que remeta a infância do que ver um bebê de chupeta. Mas esse objeto gera contradições ente amor e críticas. E não deixa de ser um assunto polêmico.</p>
<p>Partimos do princípio de que a chupeta é sim indicada em alguns casos até mesmo por fonoaudiólogos, assim como: nos casos de recém-nascidos, pois eles não sugam apenas para matar a fome, mas também para saciar sua necessidade de sugar. Outra situação que podemos citar: são as crianças com o hábito de chupar dedo, os prejuízos causados pela sucção do dedo são normalmente maiores do que os causados pela sucção da chupeta. A chupeta pode ser jogada fora, esquecida em casa em algum passeio ou mesmo ser retirada pelos pais enquanto a criança dorme ou brinca. Já o dedo está sempre disponível, não tem jeito de ser retirado e por isso é mais fácil de tornar um vício e mais difícil de ser retirado.</p>
<p>Diria que todos (profissionais e pais) deveriam usar o bom senso, o uso e retirada da chupeta. Nós quanto profissionais devemos orientar os pais quanto aos critérios de escolha da chupeta, vantagens e desvantagens de fazer o uso. Logo escreverei sobre as dicas tanto para a escolha quanto para retirada.</p>
<p>Mas sabemos que é muito comum que mesmo nos casos indicados, o uso se prolonga. Ou até mesmo nos casos em que a chupeta foi usada como recurso para acalmar o bebê e acaba por se tornar um apego.</p>
<p>Então qual a idade ideal para largar a chupeta? Diria que o ideal seria até os 02 anos de idade, pois a partir disso diante do crescimento da criança, a chupeta  começa a trazer malefícios pois a musculatura intra oral passa a não ser estimulada corretamente. Além de prejudicar a fala, podemos relatar que a chupeta pode favorecer a hipotonia da musculatura facial, pois a criança não fará mais força para sugar a chupeta, mantendo ela apenas na boca, fazendo com que o posicionamento da língua seja inadequado, outro prejuízo é em relação à arcada dentária.</p>
<p>Para a retirada da chupeta é necessário um preparo por parte da família e muita conversa, pois para a criança é um momento marcante, porém cabe aos pais não estender tanto esse preparo. Primeiramente os pais precisam estar conscientes que seu filho(a) está crescendo e que essa é mais uma etapa do desenvolvimento deles. Os pais tomando esta consciência tornam mais fácil este processo. Pois assim que decidirem o ideal é não voltar atrás no primeiro resmungo da criança. Este é um momento de muita paciência e tolerância.</p>
<p><a href="http://descobrindocriancas.com.br/2017/09/30/o-que-a-crianca-deve-entender-em-cada-idade-2/">http://descobrindocriancas.com.br/2017/09/30/o-que-a-crianca-deve-entender-em-cada-idade-2/</a></p>
<p>O uso de chupetas prolongado pode não só prejudicar a posição dos dentes, mas também de todas as estruturas musculares com que estes se relacionam, podendo haver desequilíbrios que repercutirão na fala, respiração, deglutição, mastigação e até na estética do sorriso da criança.</p>
<p><strong>Dicas para o uso consciente da chupeta:</strong></p>
<ul>
<li>Na necessidade de preferências para chupetas ortodônticas.</li>
<li>Verifique junto ao profissional o tamanho ideal para cada idade, e vá monitorando conforme o crescimento.</li>
<li>Fique atento para o tempo de uso da chupeta. Anterior aos 2 anos oferecer a chupeta somente para adormecer e em alguns momentos de estresse.</li>
</ul>
<ul>
<li>Espere o bebê precisar da chupeta, em vez de colocá-la na boca dele automaticamente.</li>
<li>Quando normalmente o bebê tirar a chupeta, não recoloque.</li>
<li>Vá diminuindo aos poucos os períodos em que permite o uso da chupeta, restringindo o uso a momentos críticos do dia a dia, assim como a hora de dormir.</li>
<li>Nunca mergulhe a chupeta em alimentos doces como açúcar, mel ou outros. Esse hábito pode provocar cáries.</li>
</ul>
<figure id="attachment_1954" aria-describedby="caption-attachment-1954" style="width: 710px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-1954" src="http://descobrindocriancas.com.br/wp-content/uploads/chupeta-1-e1513023551886.jpg" alt="" width="720" height="540" /><figcaption id="caption-attachment-1954" class="wp-caption-text">,</figcaption></figure>
<p><strong>Dicas para retirada da chupeta</strong></p>
<ul>
<li>A criança não deve permanecer com a chupeta durante a noite após os 02 anos, pois a chupeta não acompanha o crescimento após essa idade, desta forma a língua se posiciona inadequadamente e manda esse estimulo errado para o cérebro durante esse período, o que pode ocorrer como prejuízo é a criança passar o dia de boca aberta ou sua fala passar a ser usada mais com o dorso (parte de traz) da língua causando troca de sons na fala.</li>
<li>Respeite as fases da criança e não junte essas fases significativas, como retirada de chupetas com desfralde, adaptação escolar, chegada da(o) irmã(o)… Tudo tem o seu tempo!</li>
<li>Quando a criança pegar no sono sempre tirar a chupeta da boca dela e não oferecer a chupeta para dormir, somente se ela pedir e se pedir fazer combinados, assim como: somente enquanto eu leio uma história ou enquanto eu leio a história não tem chupeta ou só te dou quando você for fechar o olho para dormir. Em muitos casos a criança acaba adormecendo antes mesmo da história acabar e dia após dia a criança passa a não sentir mais necessidade.</li>
<li>Há os que furam a ponta da chupeta para que mude a sensação ao sugar.</li>
<li>Tente delimitar o tempo de uso e o espaço físico, mostrando a criança que a chupeta só para dormir e, portanto, não sai do quarto.</li>
<li>Não colocar várias chupetas à disposição da criança, pois isso facilita seu uso.</li>
</ul>
<ul>
<li>Identifique os sinais de que seu filho está pronto para largar a chupeta e aproveite o momento. Durante um resfriado, é comum que a criança rejeite a chupeta, pois precisa respirar pela boca por causa do nariz entupido. Se isso acontecer, tire as chupetas de vista e espere. Quando ele pedir a chupeta, não dê imediatamente. Pode ser que largue o hábito naturalmente!</li>
<li>Reforce a ideia de que crianças mais velhas não usam chupeta. Elas adoram se sentir mais crescidas! Isso facilita o processo.</li>
<li>Incentive a criança a dar  todas as chupetas para alguém. Vale para o Papai Noel, Coelhinho da Pascoa, Bebê que não tem chupeta, vale até inventar a “fada da chupeta”, que deixa um presentinho em troca!  Depois de retirar, seja firme!</li>
<li>Seja sincero sobre os motivos de querer tirar a chupeta. Diga que faz mal aos dentes e à fala.</li>
<li>Durante o período crítico, não fique falando sobre a chupeta. Tire o foco.</li>
<li>Não ceda. Mesmo com choro, pedidos e lamentações.</li>
<li>Incentive e vibre com o progresso.</li>
<li>Deixe a chupeta estragar. A criança vai perdendo o interesse porque o “gosto bom” acaba. Não substitua.</li>
</ul>
<ul>
<li>Livros de conscientização são ótimos para trabalhar com as crianças, trazem a polêmica retirada para o mundo lúdico, algumas dicas: Bico Lino; O balde das chupetas; Eu já sou grandinho, não quero mais a chupeta; Tchau chupeta; Adeus chupeta; Minha chupeta virou estrela; A chupeta de Nina.</li>
</ul>
<p>por <a href="http://descobrindocriancas.com.br/roberta-ceron/">Roberta Ceron</a>.<br />
Capa: Fotografa Keyla Gomes.</p>
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